“É a empresa mais portuguesa do vinho do Porto e celebra, em 2018, 100 anos de história. Viagem ao império familiar que o bisavô fundou em plena guerra mundial e da qual os bisnetos ainda cuidam”.

Leia o artigo que Ana Marques escreveu no Observador e conheça melhor a nossa história: https://bit.ly/2Q1WTdC

Afinal, são 100 anos, Poças!

Poças Vintage 2016

Set 12, 2018
vintage16

A Revista de vinhos editou um artigo sobre os vinhos Porto Vintage 2016, na sequência de este ser o ano com a maior declaração de sempre (63 casas). O nosso Poças Vintage 2016, lançado recentemente, recebeu 18 pontos, sendo descrito como: “Rubi denso e impenetrável. Nariz muito fresco e primaveril com notas elegantes de amora, ameixa preta, chocolate, vapor de café, folha de tabaco e especiarias. A boca é sedosa, envolvente, gulosa, com taninos redondos mas firmes, num perfil de elegância em que sobressai a pujança da fruta e as notas especiadas. Um Vintage de estilo contemporâneo, domesticado e pronto a beber, mas que nem por isso deixará de crescer em garrafa nas próximas décadas”.

O nosso enólogo Jorge Pintão surge como um dos enólogos que marcam o Vinho do Porto.

ORIGEM: Portugal – Região Demarcada do Douro

DESCRIÇÃO: Vinho do Porto de uma só colheita, produzido apenas em anos de excecional qualidade. Envelhecido em vasilhas de carvalho, é engarrafado entre o segundo e o terceiro ano após a vindima. Durante o estágio em garrafa, vai gradualmente adquirindo o extraordinário estilo de um grande vinho de guarda.

ACOMPANHAMENTO: Ideal como vinho de sobremesa ou convívio, acompanha queijos de muito boa qualidade, doces e chocolates. Servir à temperatura ambiente (18ºC) após ter sido cuidadosamente decantado. Pode ser consumido desde já, ou aguardar uma favorável evolução na garrafa.

São 100 Anos, Poças!

Mai 01, 2018

Poças celebra 100 anos com programa dedicado à cultura.

No ano em que comemora o 100º aniversário, a Poças vai promover um conjunto de iniciativas ligadas à arte e à cultura, revelando novos talentos e homenageando o conceito de legado familiar. 

O programa cultural estende-se à literatura, música, arte pública e teatro. Para cada uma destas áreas, foi convidado um artista que, além de ser também ele herdeiro de um talento familiar, representa atualmente o passado, o presente e o futuro da sua arte.

No capítulo da literatura, a escolha recaiu sobre o jovem escritor Afonso Reis Cabral, vencedor do Prémio Leya em 2014 com o romance “O Meu Irmão”. É trineto de Eça de Queiroz, mas a genética, por si só, não explica tudo. Afonso encontrou o seu próprio caminho e é hoje uma das promessas da Literatura portuguesa, estando já marcado o lançamento de um novo livro para o final do ano. 

“O respeito pela arte e pela cultura é um dos maiores legados deixado pelo nosso bisavô. Talvez porque, para nós, fazer vinho seja mesmo isso: uma forma de arte e um ativo vivo da nossa cultura. Por isso, na passagem do centenário, queremos homenageá-la em várias frentes, identificando pessoas que, tal como nós, estejam a reinventar uma vocação familiar.”

– Pedro Poças Pintão, 4ª geração da família Poças

Das artes de palco, a inspiração chegou de Tomás Wallenstein, identificado como uma das vozes da sua geração. Filho de uma cantora lírica e de um contrabaixista, foi também na música que o seu talento se revelou e aos 26 anos é a voz dos Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da atualidade e que este ano acrescenta um novo disco ao seu portefólio. 

Símbolo de uma geração é também o artista Artur Silva, hoje reconhecido por Bordalo II, nome artístico que escolheu como homenagem ao avô, pintor, promovendo uma continuidade e reinvenção do seu legado artístico. Distanciando-se da pintura clássica, a arte pública viria a ser o palco eleito para as suas explorações de cor, focando-se atualmente no questionamento da sociedade materialista de que faz (também) parte. 

Num outro palco, as cortinas abrem-se para revelar não um, mas vários talentos familiares. É no Teatro do Bolhão que a ACE (Academia Contemporânea do Espetáculo) se afirma como uma das principais escolas de artes performativas do país, formando gerações. Avós, pais e filhos contracenam juntos, mostrando que o Teatro está vivo e continua a desempenhar um importante papel na formação da sociedade.  

Para cada uma destas áreas – literatura, música, arte pública e teatro – estão reservadas várias ações, entre as quais diversos eventos gratuitos para o público, convidando-o a celebrar o centenário com a empresa. Todas as informações serão reveladas nos canais online da Poças, com especial destaque para o site 100.pocas.pt, que além da informação sobre a efeméride se pretende assumir como um ponto de encontro cultural.

Ver programa cultural

Poças 1918. Vinho do Porto Muito velho.

Nov 29, 2018

Em ano de centenário, lançámos um Vinho do Porto Muito Velho, um momento simbólico que é uma celebração e homenagem à região e ao fundador da empresa, Manoel Domingues Poças Júnior.

O Poças 1918 agora lançado chegou à Poças quando o fundador da empresa, Manoel Domingues Poças Júnior, recebeu a Quinta das Quartas como pagamento de uma dívida. Entre o espólio entregue fazia parte um lote de Vinhos do Porto que foi guardado e tem hoje entre 90 e 100 anos.

É este vinho que é colocado no mercado, 100 unidades apenas, apresentadas em garrafa produzida pela Vista Alegre e caixa de madeira, de design inspirado na antiga licoreira do nosso fundador.

O Poças 1918 tem a complexidade, textura e personalidade fascinantes dos Vinhos do Porto muito antigos, refere o nosso enólogo, Jorge Pintão, lembrando também o património vínico da região: “São vinhos extraordinários que o Douro soube preservar, geração após geração, tesouros guardados e raridades que tive a alegria de provar”. Alguns com marca, outros de lavradores anónimos, estes vinhos do Porto muito antigos “ficam na memória e integram afetos intensos, como acontece com o Poças 1918, no meu caso”, acrescenta. “É como guardar uma joia que é de família”, conclui.

Veja as imagens desta nossa “joia”.

celebração e homenagem à região e ao

ano de

fundação da empresa

Créditos Jferrand