Integrado num programa alargado de atividades comemorativas que decorrem ao longo de 2018, o jantar dos 100 anos da Poças reuniu na antiga casa dos avós da escritora Sophia de Mello Breyner, hoje propriedade da Universidade do Porto e sede do jardim botânico daquela cidade, mais de uma centena de clientes, fornecedores e amigos da empresa, entre eles vários produtores do Douro.

Uma escolha com simbolismo, cruzando lugares e experiências e mostrando que o vinho fica bem entre cultura e família. Sim, porque a associação à arte e à família tem sido o fio condutor do programa cultural promovido como celebração do centenário, envolvendo artistas como os Capitão Fausto, Afonso Reis Cabral, Companhia de Teatro do Bolhão ou Bordalo II.

E porque celebrar 100 anos também é narrar histórias, este foi um jantar de memórias do passado, muitas memórias, mas sem esquecer também os desafios do futuro.

Créditos: Jferrand

2018: Um ano de novidades vínicas de topo

Nov 30, 2018

A apresentação de vinhos que fizemos este mês, em Lisboa, foi muito especial, pois aproveitámos a celebração dos cem anos da Poças para o lançamento de vinhos DOC Douro de qualidade superior.

O Branco da Ribeira 2017 (pode ver aqui a crítica que Mark Squires, Robert Parker’s Wine Advocate escreveu), o nosso novo topo de gama, apresenta-se com volume e acidez muito viva, reflexo do lugar que lhe dá origem, uma parcela da Quinta Vale de Cavalos, em Numão, no Douro Superior, a 520 metros de altitude e de solos graníticos pouco comuns no Douro.

O Símbolo 2015 é o tinto topo de gama do centenário, segunda edição. Produzido a partir de uvas colhidas na Quinta de Santa Bárbara, no Cima Corgo, o novo Símbolo reflete o ano vínico 2015, com maturações plenas mais cedo do que em 2014, proporcionando um vinho possante e que apresenta já uma expressão aromática completa. Um brinde da natureza para os 100 anos da Poças, brinca o nosso enólogo Jorge Pintão: “O Símbolo 2015 está muito completo e é já muito agradável à prova”.

Durante a apresentação de vinhos estiveram ainda em prova os seguintes vinhos:

  • Poças Reserva tinto 2016
  • Poças 10 Years Old White
  • Poças LBV 2013
  • Poças Colheita 2008

E, claro, o nosso Vinho do Porto Muito Velho, Poças 1918, cuja informação pode ler aqui.

Créditos: Jferrand

Poças Vintage 2016

Set 12, 2018
vintage16

A Revista de vinhos editou um artigo sobre os vinhos Porto Vintage 2016, na sequência de este ser o ano com a maior declaração de sempre (63 casas). O nosso Poças Vintage 2016, lançado recentemente, recebeu 18 pontos, sendo descrito como: “Rubi denso e impenetrável. Nariz muito fresco e primaveril com notas elegantes de amora, ameixa preta, chocolate, vapor de café, folha de tabaco e especiarias. A boca é sedosa, envolvente, gulosa, com taninos redondos mas firmes, num perfil de elegância em que sobressai a pujança da fruta e as notas especiadas. Um Vintage de estilo contemporâneo, domesticado e pronto a beber, mas que nem por isso deixará de crescer em garrafa nas próximas décadas”.

O nosso enólogo Jorge Pintão surge como um dos enólogos que marcam o Vinho do Porto.

ORIGEM: Portugal – Região Demarcada do Douro

DESCRIÇÃO: Vinho do Porto de uma só colheita, produzido apenas em anos de excecional qualidade. Envelhecido em vasilhas de carvalho, é engarrafado entre o segundo e o terceiro ano após a vindima. Durante o estágio em garrafa, vai gradualmente adquirindo o extraordinário estilo de um grande vinho de guarda.

ACOMPANHAMENTO: Ideal como vinho de sobremesa ou convívio, acompanha queijos de muito boa qualidade, doces e chocolates. Servir à temperatura ambiente (18ºC) após ter sido cuidadosamente decantado. Pode ser consumido desde já, ou aguardar uma favorável evolução na garrafa.

Conheça a nossa Quinta de Vale de cavalos

Nov 21, 2018

Em Numão, uma região de excelência, toda a plantação privilegia as melhores castas. A quinta de Vale de Cavalos foi adquirida em 1988 e tem uma área de cerca de 51 hectares vinha, dividida nas parcelas Ribeira Teja, Catapereiro, Tanque e Zoc.

O terreno ondulado dispensa muros de suporte, o que facilita o trabalho agrícola. A proximidade da Ribeira Teja a uma albufeira, formada pela subida das águas de uma barragem recente, e o sofisticado sistema de rega “gota-a-gota”, permitem fazer face às frequentes secas desta região considerada a com menor pluviosidade de Portugal.

Créditos: Jferrand