São 100 Anos, Poças!

01 Mai 2018 in  Arte Pública Literatura Música Teatro Vinho

Poças celebra 100 anos com programa dedicado à cultura.

No ano em que comemora o 100º aniversário, a Poças vai promover um conjunto de iniciativas ligadas à arte e à cultura, revelando novos talentos e homenageando o conceito de legado familiar. 

O programa cultural estende-se à literatura, música, arte pública e teatro. Para cada uma destas áreas, foi convidado um artista que, além de ser também ele herdeiro de um talento familiar, representa atualmente o passado, o presente e o futuro da sua arte.

No capítulo da literatura, a escolha recaiu sobre o jovem escritor Afonso Reis Cabral, vencedor do Prémio Leya em 2014 com o romance “O Meu Irmão”. É trineto de Eça de Queiroz, mas a genética, por si só, não explica tudo. Afonso encontrou o seu próprio caminho e é hoje uma das promessas da Literatura portuguesa, estando já marcado o lançamento de um novo livro para o final do ano. 

“O respeito pela arte e pela cultura é um dos maiores legados deixado pelo nosso bisavô. Talvez porque, para nós, fazer vinho seja mesmo isso: uma forma de arte e um ativo vivo da nossa cultura. Por isso, na passagem do centenário, queremos homenageá-la em várias frentes, identificando pessoas que, tal como nós, estejam a reinventar uma vocação familiar.”

– Pedro Poças Pintão, 4ª geração da família Poças

Das artes de palco, a inspiração chegou de Tomás Wallenstein, identificado como uma das vozes da sua geração. Filho de uma cantora lírica e de um contrabaixista, foi também na música que o seu talento se revelou e aos 26 anos é a voz dos Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da atualidade e que este ano acrescenta um novo disco ao seu portefólio. 

Símbolo de uma geração é também o artista Artur Silva, hoje reconhecido por Bordalo II, nome artístico que escolheu como homenagem ao avô, pintor, promovendo uma continuidade e reinvenção do seu legado artístico. Distanciando-se da pintura clássica, a arte pública viria a ser o palco eleito para as suas explorações de cor, focando-se atualmente no questionamento da sociedade materialista de que faz (também) parte. 

Num outro palco, as cortinas abrem-se para revelar não um, mas vários talentos familiares. É no Teatro do Bolhão que a ACE (Academia Contemporânea do Espetáculo) se afirma como uma das principais escolas de artes performativas do país, formando gerações. Avós, pais e filhos contracenam juntos, mostrando que o Teatro está vivo e continua a desempenhar um importante papel na formação da sociedade.  

Para cada uma destas áreas – literatura, música, arte pública e teatro – estão reservadas várias ações, entre as quais diversos eventos gratuitos para o público, convidando-o a celebrar o centenário com a empresa. Todas as informações serão reveladas nos canais online da Poças, com especial destaque para o site 100.pocas.pt, que além da informação sobre a efeméride se pretende assumir como um ponto de encontro cultural.

Ver programa cultural

Isto é música, isto é Poças. Capitão Fausto!

Mai 16, 2018


Isto é música. Isto é Poças.

Conheça em video a história dos Capitão Fausto.

Crédito Francisco Pereira
Tomás Wallenstein
Vocalista dos Capitão Fausto

Conheça a nossa Quinta de Santa Bárbara

Out 17, 2018

Nesta quinta, com cerca de 33 hectares de vinha e um lindo laranjal murado, produzem-se alguns dos melhores vinhos Vintages e LBV Poças, sob a marca Quinta de Santa Bárbara. A quinta foi baptizada com o nome de uma primitiva quinta, situada frente à cidade de Peso da Régua, com uma capela desta santa e um panorama deslumbrante.

A construção de uma estrada que dividiu a quinta primitiva levou à compra da atual, em 1999. Ao ser adquirida, só cerca de um quarto da área total tinha vinha com idade considerável. Posteriormente, procedeu-se ao plantio de toda a propriedade utilizando as mais modernas técnicas e a selecção das melhores castas.

Créditos: Jferrand

Poças 1918. Vinho do Porto Muito velho.

Nov 29, 2018

Em ano de centenário, lançámos um Vinho do Porto Muito Velho, um momento simbólico que é uma celebração e homenagem à região e ao fundador da empresa, Manoel Domingues Poças Júnior.

O Poças 1918 agora lançado chegou à Poças quando o fundador da empresa, Manoel Domingues Poças Júnior, recebeu a Quinta das Quartas como pagamento de uma dívida. Entre o espólio entregue fazia parte um lote de Vinhos do Porto que foi guardado e tem hoje entre 90 e 100 anos.

É este vinho que é colocado no mercado, 100 unidades apenas, apresentadas em garrafa produzida pela Vista Alegre e caixa de madeira, de design inspirado na antiga licoreira do nosso fundador.

O Poças 1918 tem a complexidade, textura e personalidade fascinantes dos Vinhos do Porto muito antigos, refere o nosso enólogo, Jorge Pintão, lembrando também o património vínico da região: “São vinhos extraordinários que o Douro soube preservar, geração após geração, tesouros guardados e raridades que tive a alegria de provar”. Alguns com marca, outros de lavradores anónimos, estes vinhos do Porto muito antigos “ficam na memória e integram afetos intensos, como acontece com o Poças 1918, no meu caso”, acrescenta. “É como guardar uma joia que é de família”, conclui.

Veja as imagens desta nossa “joia”.

celebração e homenagem à região e ao

ano de

fundação da empresa

Créditos Jferrand