Poças Vintage 2016

12 Set 2018 in  Vinho
vintage16

A Revista de vinhos editou um artigo sobre os vinhos Porto Vintage 2016, na sequência de este ser o ano com a maior declaração de sempre (63 casas). O nosso Poças Vintage 2016, lançado recentemente, recebeu 18 pontos, sendo descrito como: “Rubi denso e impenetrável. Nariz muito fresco e primaveril com notas elegantes de amora, ameixa preta, chocolate, vapor de café, folha de tabaco e especiarias. A boca é sedosa, envolvente, gulosa, com taninos redondos mas firmes, num perfil de elegância em que sobressai a pujança da fruta e as notas especiadas. Um Vintage de estilo contemporâneo, domesticado e pronto a beber, mas que nem por isso deixará de crescer em garrafa nas próximas décadas”.

O nosso enólogo Jorge Pintão surge como um dos enólogos que marcam o Vinho do Porto.

ORIGEM: Portugal – Região Demarcada do Douro

DESCRIÇÃO: Vinho do Porto de uma só colheita, produzido apenas em anos de excecional qualidade. Envelhecido em vasilhas de carvalho, é engarrafado entre o segundo e o terceiro ano após a vindima. Durante o estágio em garrafa, vai gradualmente adquirindo o extraordinário estilo de um grande vinho de guarda.

ACOMPANHAMENTO: Ideal como vinho de sobremesa ou convívio, acompanha queijos de muito boa qualidade, doces e chocolates. Servir à temperatura ambiente (18ºC) após ter sido cuidadosamente decantado. Pode ser consumido desde já, ou aguardar uma favorável evolução na garrafa.

Novo lançamento: Poças Branco da Ribeira 2017

Nov 15, 2018

A grande novidade do ano é o lançamento do novo topo de gama Branco da Ribeira 2017 que na estreia recebe 93 pontos da Robert Parker’s WineAdvocate.

O crítico Mark Squires descreve o novo branco da seguinte forma:
“O que é que ganhamos subindo a este nível? Bem, tem mais madeira, mas a grande acidez do Arinto corta a madeira sem esforço. É muito límpido. Tem uma mordida forte no final e aquela fina acidez, que é precisa, elegante e bastante intensa. O final é muito longo. Num ano duro, parece um grande milagre. Também tem algum potencial de melhoria. Certamente que ainda se pode desenvolver—o que é uma coisa boa e necessária de se dizer sobre um vinho jovem nesta faixa de preços. Pode até envelhecer melhor do que se espera. Globalmente, é uma estreia formidável.”
– Mark Squires, Robert Parker’s Wine Advocate

Créditos: Jferrand

São 100 Anos, Poças!

Mai 01, 2018

Poças celebra 100 anos com programa dedicado à cultura.

No ano em que comemora o 100º aniversário, a Poças vai promover um conjunto de iniciativas ligadas à arte e à cultura, revelando novos talentos e homenageando o conceito de legado familiar. 

O programa cultural estende-se à literatura, música, arte pública e teatro. Para cada uma destas áreas, foi convidado um artista que, além de ser também ele herdeiro de um talento familiar, representa atualmente o passado, o presente e o futuro da sua arte.

No capítulo da literatura, a escolha recaiu sobre o jovem escritor Afonso Reis Cabral, vencedor do Prémio Leya em 2014 com o romance “O Meu Irmão”. É trineto de Eça de Queiroz, mas a genética, por si só, não explica tudo. Afonso encontrou o seu próprio caminho e é hoje uma das promessas da Literatura portuguesa, estando já marcado o lançamento de um novo livro para o final do ano. 

“O respeito pela arte e pela cultura é um dos maiores legados deixado pelo nosso bisavô. Talvez porque, para nós, fazer vinho seja mesmo isso: uma forma de arte e um ativo vivo da nossa cultura. Por isso, na passagem do centenário, queremos homenageá-la em várias frentes, identificando pessoas que, tal como nós, estejam a reinventar uma vocação familiar.”

– Pedro Poças Pintão, 4ª geração da família Poças

Das artes de palco, a inspiração chegou de Tomás Wallenstein, identificado como uma das vozes da sua geração. Filho de uma cantora lírica e de um contrabaixista, foi também na música que o seu talento se revelou e aos 26 anos é a voz dos Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da atualidade e que este ano acrescenta um novo disco ao seu portefólio. 

Símbolo de uma geração é também o artista Artur Silva, hoje reconhecido por Bordalo II, nome artístico que escolheu como homenagem ao avô, pintor, promovendo uma continuidade e reinvenção do seu legado artístico. Distanciando-se da pintura clássica, a arte pública viria a ser o palco eleito para as suas explorações de cor, focando-se atualmente no questionamento da sociedade materialista de que faz (também) parte. 

Num outro palco, as cortinas abrem-se para revelar não um, mas vários talentos familiares. É no Teatro do Bolhão que a ACE (Academia Contemporânea do Espetáculo) se afirma como uma das principais escolas de artes performativas do país, formando gerações. Avós, pais e filhos contracenam juntos, mostrando que o Teatro está vivo e continua a desempenhar um importante papel na formação da sociedade.  

Para cada uma destas áreas – literatura, música, arte pública e teatro – estão reservadas várias ações, entre as quais diversos eventos gratuitos para o público, convidando-o a celebrar o centenário com a empresa. Todas as informações serão reveladas nos canais online da Poças, com especial destaque para o site 100.pocas.pt, que além da informação sobre a efeméride se pretende assumir como um ponto de encontro cultural.

Ver programa cultural

Conheça a nossa Quinta de Vale de cavalos

Nov 21, 2018

Em Numão, uma região de excelência, toda a plantação privilegia as melhores castas. A quinta de Vale de Cavalos foi adquirida em 1988 e tem uma área de cerca de 51 hectares vinha, dividida nas parcelas Ribeira Teja, Catapereiro, Tanque e Zoc.

O terreno ondulado dispensa muros de suporte, o que facilita o trabalho agrícola. A proximidade da Ribeira Teja a uma albufeira, formada pela subida das águas de uma barragem recente, e o sofisticado sistema de rega “gota-a-gota”, permitem fazer face às frequentes secas desta região considerada a com menor pluviosidade de Portugal.

Créditos: Jferrand