Em ano de centenário, lançámos um Vinho do Porto Muito Velho, um momento simbólico que é uma celebração e homenagem à região e ao fundador da empresa, Manoel Domingues Poças Júnior.

O Poças 1918 agora lançado chegou à Poças quando o fundador da empresa, Manoel Domingues Poças Júnior, recebeu a Quinta das Quartas como pagamento de uma dívida. Entre o espólio entregue fazia parte um lote de Vinhos do Porto que foi guardado e tem hoje entre 90 e 100 anos.

É este vinho que é colocado no mercado, 100 unidades apenas, apresentadas em garrafa produzida pela Vista Alegre e caixa de madeira, de design inspirado na antiga licoreira do nosso fundador.

O Poças 1918 tem a complexidade, textura e personalidade fascinantes dos Vinhos do Porto muito antigos, refere o nosso enólogo, Jorge Pintão, lembrando também o património vínico da região: “São vinhos extraordinários que o Douro soube preservar, geração após geração, tesouros guardados e raridades que tive a alegria de provar”. Alguns com marca, outros de lavradores anónimos, estes vinhos do Porto muito antigos “ficam na memória e integram afetos intensos, como acontece com o Poças 1918, no meu caso”, acrescenta. “É como guardar uma joia que é de família”, conclui.

Veja as imagens desta nossa “joia”.

celebração e homenagem à região e ao

ano de

fundação da empresa

Créditos Jferrand

São 100 Anos, Poças!

Mai 01, 2018

Poças celebra 100 anos com programa dedicado à cultura.

No ano em que comemora o 100º aniversário, a Poças vai promover um conjunto de iniciativas ligadas à arte e à cultura, revelando novos talentos e homenageando o conceito de legado familiar. 

O programa cultural estende-se à literatura, música, arte pública e teatro. Para cada uma destas áreas, foi convidado um artista que, além de ser também ele herdeiro de um talento familiar, representa atualmente o passado, o presente e o futuro da sua arte.

No capítulo da literatura, a escolha recaiu sobre o jovem escritor Afonso Reis Cabral, vencedor do Prémio Leya em 2014 com o romance “O Meu Irmão”. É trineto de Eça de Queiroz, mas a genética, por si só, não explica tudo. Afonso encontrou o seu próprio caminho e é hoje uma das promessas da Literatura portuguesa, estando já marcado o lançamento de um novo livro para o final do ano. 

“O respeito pela arte e pela cultura é um dos maiores legados deixado pelo nosso bisavô. Talvez porque, para nós, fazer vinho seja mesmo isso: uma forma de arte e um ativo vivo da nossa cultura. Por isso, na passagem do centenário, queremos homenageá-la em várias frentes, identificando pessoas que, tal como nós, estejam a reinventar uma vocação familiar.”

– Pedro Poças Pintão, 4ª geração da família Poças

Das artes de palco, a inspiração chegou de Tomás Wallenstein, identificado como uma das vozes da sua geração. Filho de uma cantora lírica e de um contrabaixista, foi também na música que o seu talento se revelou e aos 26 anos é a voz dos Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da atualidade e que este ano acrescenta um novo disco ao seu portefólio. 

Símbolo de uma geração é também o artista Artur Silva, hoje reconhecido por Bordalo II, nome artístico que escolheu como homenagem ao avô, pintor, promovendo uma continuidade e reinvenção do seu legado artístico. Distanciando-se da pintura clássica, a arte pública viria a ser o palco eleito para as suas explorações de cor, focando-se atualmente no questionamento da sociedade materialista de que faz (também) parte. 

Num outro palco, as cortinas abrem-se para revelar não um, mas vários talentos familiares. É no Teatro do Bolhão que a ACE (Academia Contemporânea do Espetáculo) se afirma como uma das principais escolas de artes performativas do país, formando gerações. Avós, pais e filhos contracenam juntos, mostrando que o Teatro está vivo e continua a desempenhar um importante papel na formação da sociedade.  

Para cada uma destas áreas – literatura, música, arte pública e teatro – estão reservadas várias ações, entre as quais diversos eventos gratuitos para o público, convidando-o a celebrar o centenário com a empresa. Todas as informações serão reveladas nos canais online da Poças, com especial destaque para o site 100.pocas.pt, que além da informação sobre a efeméride se pretende assumir como um ponto de encontro cultural.

Ver programa cultural

A Essência veio a visitar-nos

Jan 10, 2019

O Douro, as vinhas, o terroir, as nossas quintas, o centro de visitas em V. N. de Gaia, o passado, o presente e os projetos e sonhos para o futuro. Tudo isto é abordado no programa A Essência, que passou na RTP3, no dia 5 de janeiro!

Veja o programa e venha conhecer-nos melhor:

Jantar comemorativo dos 100 anos reúne clientes, amigos e produtores

Set 30, 2018

Integrado num programa alargado de atividades comemorativas que decorrem ao longo de 2018, o jantar dos 100 anos da Poças reuniu na antiga casa dos avós da escritora Sophia de Mello Breyner, hoje propriedade da Universidade do Porto e sede do jardim botânico daquela cidade, mais de uma centena de clientes, fornecedores e amigos da empresa, entre eles vários produtores do Douro.

Uma escolha com simbolismo, cruzando lugares e experiências e mostrando que o vinho fica bem entre cultura e família. Sim, porque a associação à arte e à família tem sido o fio condutor do programa cultural promovido como celebração do centenário, envolvendo artistas como os Capitão Fausto, Afonso Reis Cabral, Companhia de Teatro do Bolhão ou Bordalo II.

E porque celebrar 100 anos também é narrar histórias, este foi um jantar de memórias do passado, muitas memórias, mas sem esquecer também os desafios do futuro.

Créditos: Jferrand