Os Capitão Fausto regressam com “Sempre Bem”, o primeiro avanço para “A Invenção do Dia Claro”.

O single foi gravado no Red Bull Studios São Paulo em Dezembro de 2017, pelas mãos e os ouvidos do Rodrigo “Funai” Costa.

Segundo a banda, “desde o início que o disco foi imaginado para incluir a ideia que tínhamos de “Brasil” na nossa forma habitual de fazer música. Nunca foi intenção fazê-la à maneira de lá mas sim procurar a apropriação de alguns elementos sónicos ou melódicos mais específicos, retirando-os do seu contexto habitual para servirem as nossas canções. Nos textos fala-se da relação com a rotina, da complexidade das relações humanas e do fatalismo inexorável do amor.”

A expetativa quanto a “A Invenção do Dia Claro” é alta. O disco tem data de lançamento prevista para o último trimestre de 2018.

Parabéns Capitão Fausto!

Crédito Francisco Pereira

Tomás Wallenstein

Vocalista dos Capitão Fausto

Tomás Wallenstein tem 26 anos e é natural de Lisboa.

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Poças faz 100 anos e oferece Concerto Capitão Fausto para 100 fãs

Mai 01, 2018

Exclusivo Poças: Concerto Capitão Fausto para 100 fãs
Dia 10 de Maio, às 21h00 | Cine Teatro Capitólio em Lisboa

Como ganhar 1 das 50 entradas duplas?

Banda portuguesa vai brindar 100 fãs com concerto gratuito no Capitólio.
Habilite-se a ganhar um dos 100 lugares disponíveis através da inscrição nesta página!

 

Poças, que concerto!

Tomás Wallenstein junta-se à sua segunda família, com Domingos Coimbra, no baixo, Salvador Seabra, na bateria, Manuel Palha, na guitarra e piano, e Francisco Ferreira, nos teclados, para subir ao palco do renovado Cine Teatro Capitólio onde vai promover um concerto exclusivo para 100 fãs da marca Poças.

No alinhamento estão garantidos alguns dos temas que consagraram a banda no panorama musical português, como “Amanhã Tou Melhor”, “Tem de Ser” ou “Maneiras Más”. Recorde-se que os Capitão Fausto vão lançar um novo álbum no final do ano.

O evento resulta da uma parceria entre a Poças e Tomás Wallenstein, integrado num programa cultural criado para assinalar o 100º aniversário da marca, onde é celebrada a arte e o talento familiar.

Regulamento do passatempo disponível aqui.

Crédito Francisco Pereira
Tomás Wallenstein
Vocalista dos Capitão Fausto

Isto é música, isto é Poças. Capitão Fausto!

Mai 16, 2018


Isto é música. Isto é Poças.

Conheça em video a história dos Capitão Fausto.

Crédito Francisco Pereira
Tomás Wallenstein
Vocalista dos Capitão Fausto

São 100 Anos, Poças!

Mai 01, 2018

Poças celebra 100 anos com programa dedicado à cultura.

No ano em que comemora o 100º aniversário, a Poças vai promover um conjunto de iniciativas ligadas à arte e à cultura, revelando novos talentos e homenageando o conceito de legado familiar. 

O programa cultural estende-se à literatura, música, arte pública e teatro. Para cada uma destas áreas, foi convidado um artista que, além de ser também ele herdeiro de um talento familiar, representa atualmente o passado, o presente e o futuro da sua arte.

No capítulo da literatura, a escolha recaiu sobre o jovem escritor Afonso Reis Cabral, vencedor do Prémio Leya em 2014 com o romance “O Meu Irmão”. É trineto de Eça de Queiroz, mas a genética, por si só, não explica tudo. Afonso encontrou o seu próprio caminho e é hoje uma das promessas da Literatura portuguesa, estando já marcado o lançamento de um novo livro para o final do ano. 

“O respeito pela arte e pela cultura é um dos maiores legados deixado pelo nosso bisavô. Talvez porque, para nós, fazer vinho seja mesmo isso: uma forma de arte e um ativo vivo da nossa cultura. Por isso, na passagem do centenário, queremos homenageá-la em várias frentes, identificando pessoas que, tal como nós, estejam a reinventar uma vocação familiar.”

– Pedro Poças Pintão, 4ª geração da família Poças

Das artes de palco, a inspiração chegou de Tomás Wallenstein, identificado como uma das vozes da sua geração. Filho de uma cantora lírica e de um contrabaixista, foi também na música que o seu talento se revelou e aos 26 anos é a voz dos Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da atualidade e que este ano acrescenta um novo disco ao seu portefólio. 

Símbolo de uma geração é também o artista Artur Silva, hoje reconhecido por Bordalo II, nome artístico que escolheu como homenagem ao avô, pintor, promovendo uma continuidade e reinvenção do seu legado artístico. Distanciando-se da pintura clássica, a arte pública viria a ser o palco eleito para as suas explorações de cor, focando-se atualmente no questionamento da sociedade materialista de que faz (também) parte. 

Num outro palco, as cortinas abrem-se para revelar não um, mas vários talentos familiares. É no Teatro do Bolhão que a ACE (Academia Contemporânea do Espetáculo) se afirma como uma das principais escolas de artes performativas do país, formando gerações. Avós, pais e filhos contracenam juntos, mostrando que o Teatro está vivo e continua a desempenhar um importante papel na formação da sociedade.  

Para cada uma destas áreas – literatura, música, arte pública e teatro – estão reservadas várias ações, entre as quais diversos eventos gratuitos para o público, convidando-o a celebrar o centenário com a empresa. Todas as informações serão reveladas nos canais online da Poças, com especial destaque para o site 100.pocas.pt, que além da informação sobre a efeméride se pretende assumir como um ponto de encontro cultural.

Ver programa cultural